2018 é o ano do Instagram?

Se o primeiro semestre de 2018 não foi dos melhores para o Facebook, por conta do escândalo desencadeado pela Cambridge Analytica, o mesmo não pode ser dito para outra empresa do conglomerado de social media de Mark Zuckerberg: o Instagram.

No último mês, a plataforma de compartilhamento de imagens que o cofundador do Facebook adquiriu em 2012 por US$ 1 bilhão, anunciou ter superado – justamente – a marca de 1 bilhão de usuários ativos.

A notícia reflete uma tendência que têm sido observada nos EUA desde meados do ano passado. Jovens entre 13 e 17 anos estão abandonando o Facebook para migrar para redes como o Instagram.

O Facebook, com seus “textões” e intermináveis discussões, tem sido visto cada vez mais pelos teens como uma rede de “tiozões”.

De acordo com um estudo feito recentemente pelo Pew Research Center, o Facebook é a quarta rede social mais usada nesta faixa etária, ficando atrás de  YouTube, Instagram e Snapchat.

Isso demonstra o poder dos digital influencers – muito mais ativos nestas redes do que no Facebook – que são as grandes celebridades para o público adolescente.

Essa migração de usuários jovens também está cada vez mais clara no Brasil. E isso se reflete na exposição cada vez maior de “youtubers” na mídia offline, tanto por sua condição de influenciadores, campeões de seguidores na plataforma de vídeos do Google, quanto por eventuais polêmicas que protagonizam (neste caso, vale reforçar a importância de verificar a fundo quem é a pessoa antes de ligar sua marca a ela apenas por causa de sua popularidade).

Instagram como uma plataforma de vídeos: IGTV

Quando surgiu, em 2010, o Instagram era um aplicativo que permitia apenas tirar fotos quadriculadas, lembrando o formato das antigas Polaroids, com filtros de imagem bem interessantes.  Zuckerberg percebeu o potencial da rede e a comprou pouco tempo depois – como faria mais tarde também com o WhatsApp.

Com o tempo, o Instagram passou a oferecer cada vez mais opções para os seus usuários – a mais marcante são os Stories – sem esquecer de criar soluções para marcas anunciarem dentro da plataforma.

Os vídeos curtos dos Stories (que Zuckerberg vê como o futuro da comunicação  via redes sociais) foram o primeiro passo para a evolução do Instagram na direção do market share do YouTube.

Em junho foi lançado o IGTV, que segue o formato vertical dos Stories mas permite a publicação de vídeos com até uma hora de duração.

Como o Instagram geralmente era utilizado para publicar teasers de conteúdo produzido para outras plataformas, em especial o YouTube, Zuckerberg decidiu centralizar tudo dentro de seu cercadinho.

A ofensiva de Zuck ao YouTube, que também chega via Facebook Watch, no caso do Instagram parte de uma proposta ousada: mudar o formato padrão vigente de vídeos para a web, do horizontal para o vertical. Forçando a produção de conteúdo em vídeo exclusivo para o IGTV.

Uma dificuldade que o Instagram vai encontrar pelo caminho é a penetração do YouTube nas smartTVs. Mas, ao que parece, a intenção de Zuckerberg é privilegiar mesmo o mobile como device para produção e consumo de conteúdo.

O que há de concreto, por enquanto, é que trata-se de mais um canal importante para a divulgação de sua marca e relacionamento com seu target.

Por isso, conte com a experiência da Enken, uma agência que tem o digital no seu DNA, para desenvolver a estratégia online de sua empresa, do site às redes sociais.

Agência Enken: Novas ideias por um novo mundo.

Conheça cases da Enken. Curtiu? Curta a gente também no Facebook. E conheça nosso canal no IGTV. Siga a Enken no Instagram.

Photo by Luke van Zyl on Unsplash

 

 

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

%d blogueiros gostam disto: